Extensão da coxa / parte externa da coxa - Sente-se com a perna esquerda cruzada sobre a direita
perna. Pegue a perna esquerda com as duas mãos ao redor da coxa / canela (com a perna dobrada)
E puxe para o seu peito /, em seguida, torcer. Repita com a outra perna.
Estiramento da panturrilha em tendão de Aquiles Esticar - Stand com um pé 2-3 pés em
Frente do outro. Com ambos os pés apontando na mesma direção que você está
Enfrentar, colocar a maior parte do seu peso corporal em sua perna que está atrás de você - alongamento
O músculo da panturrilha.
Agora, dobre o joelho traseiro ligeiramente. Agora você deve sentir o estiramento em seu calcanhar.
Este estiramento ajuda a prevenir a tendinite de Aquiles, uma lesão grave que
Maioria das pessoas por cerca de 4-6 semanas.
Down Dog Pose - Estique a parte de trás das pernas e lowerback com este
Pose da ioga de relaxamento. Segure por 15-30 segundos Tente manter seus calcanhares na
chão.
Esticão dos isquiotibiais - De pé ou sentado, dobre para a frente no
Cintura e tocar seus dedos do pé. Mantenha as costas retas e dobre ligeiramente o
Joelhos Você deve sentir este esticar a parte traseira de suas coxas.
Thigh Stretch Standing - Em pé, dobre o joelho e agarre o pé no
tornozelo. Puxe o calcanhar para a sua bunda e empurre seus quadris para a frente. espremer seu
Bumbum bunda juntos manter seus joelhos juntos. Segure por 10-15 segundos
E repita com a outra perna (você pode segurar em algo para equilíbrio se você
Você pode se deitar no seu quadril e executar este trecho.
Exercícios de Shin Tender: Se você começar tiras de canela de correr ou caminhar, aqui
São dois grandes exercícios para construir suas canelas. Stand em seus calcanhares para 10-15
Segundos. Repita algumas vezes e mesmo durante todo o dia para construir suas canelas.
Antes de caminhar e correr, faça o exercício flex / stretch do pé (2/3 pics) 30-
40 vezes cada perna.
Caminhada do calcanhar Caminhada do pé
Descrições e figuras dos exercícios
Regular e joelho Push-ups - Deite-se no chão com as mãos colocadas plana
Próximo ao seu peito. Suas mãos devem estar sobre a largura dos ombros. Empurrar
Você mesmo acima endireitando seus braços e mantendo sua parte traseira dura. este
Exercício irá construir e firmar seus ombros, braços e peito. Use seus joelhos
Se necessário para completar as repetições no treino.
Flexões assistidos - Usando um pedaço de mobiliário para colocar as mãos 3-4 pés fora
O chão, magra na mobília ou na parede. Endireitar seus braços, costas, quadris,
E pernas e empurre-se fora da peça firmemente colocado de mobiliário. dobrar
Seus braços para que seu peito toca os móveis. Repetir conforme necessário. Isto é
Uma ótima maneira de começar se você não pode fazer qualquer push-ups em tudo.
Bancada Dips -Sit em uma cadeira, banco ou pequena mesa. Coloque seus pés cerca de três
Pés na frente de você enquanto você se senta na própria borda do assento. Agora, pegue a borda
Do assento com as mãos, levante a bunda do assento e abaixe-se sobre
4-5 polegadas abaixo do assento dobrando seus braços no cotovelo
domingo, 4 de dezembro de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
medicina alternativa
A estratégia de campanhas de vacinação não ocorreu sem suscitar
uma série de controvérsias e críticas por parte dos que ressaltavam
que as atividades de imunização deveriam ser integradas à atenção básica,
centrada na rotina de serviços permanentes, em lugar de serem obje¬
to de programas especiais. Tal concepção predominou tanto no Brasil
como na OPAS/OMS durante o período de 1974 a 1979. Nesse período,
organizaram-se, também em âmbito nacional, as atividades de vigilância
epidemiológica de poliomielite.
A identificação de contradições entre estratégias de campanha e o
foco na atenção primária à saúde não se constituiu como uma peculiaridade
do sanitarismo brasileiro, encontrando-se presente nos fóruns internacionais
organizados pela OPAS/OMS. NO âmbito desse organismo, estudo independente
realizado na década de 1990 concluiria pela possibilidade de superar
perspectivas dicotômicas entre atenção primária e campanhas de imunização,
apontando o impacto positivo da campanha de erradicação da poliomielite
no desenvolvimento dos serviços de assistência à saúde (OPAS, 1995).
Em 1979, instituíram-se, no Brasil, os "dias nacionais de vacinação
contra a poliomielite", estratégia alvo de críticas segundo a perspectiva já
mencionada, tanto por parte de sanitaristas brasileiros como pelos organismos
internacionais.
A OPAS reconheceu a pertinência e eficácia do programa
realizado no Brasil com antecedência em relação à OMS, merecendo destaque
a contribuição do país para a decisão, em 1985, de se erradicar a transmissão
autóctone de poliovírus selvagens nas Américas. O argumento decisivo foi a
demonstração de que, em um país com a dimensão e a complexidade do
Brasil, era possível planejar, executar, avaliar e manter a estratégia dos "dias
nacionais de vacinação". Na fase de implementação do plano de erradicação
da poliomielite, de 1985 a 1994, foi possível contar com o apoio político,
técnico e operacional da OPAS que também favoreceu a ampliação do PNI, com
destaque para os resultados alcançados no que se refere ao sarampo.
Sob o signo da medicina socia
Propostas sobre a formação de profissionais afinados com novas
concepções de saúde pública, que substituíssem o tradicional domínio
da higiene, começaram a ganhar corpo na OPAS a partir da década de
1950. Sob a coordenação de Abrahan Horowitz, coordenador de educação
e treinamento durante a gestão de Fred Soper e, a seguir, diretor
geral do organismo, iniciativas importantes ocorreram na formação de
recursos humanos e, simultaneamente, na difusão de novas propostas
para o ensino médico e para o desenvolvimento de novos modelos de
escolas de saúde pública.
Como observa em seu depoimento, José Roberto Ferreira, coordenador
de recursos humanos da OPAS, de 1975 a 1986:
Criou-se o Programa de Bolsas de Estudos realmente agressivo, no qual
se estabeleceu em Assembléia que 25% do orçamento seria destinado às
bolsas. (...) foi talvez a atividade mais importante no campo de formação
de pessoal em treinamento de saúde pública e medicina preventiva.
uma série de controvérsias e críticas por parte dos que ressaltavam
que as atividades de imunização deveriam ser integradas à atenção básica,
centrada na rotina de serviços permanentes, em lugar de serem obje¬
to de programas especiais. Tal concepção predominou tanto no Brasil
como na OPAS/OMS durante o período de 1974 a 1979. Nesse período,
organizaram-se, também em âmbito nacional, as atividades de vigilância
epidemiológica de poliomielite.
A identificação de contradições entre estratégias de campanha e o
foco na atenção primária à saúde não se constituiu como uma peculiaridade
do sanitarismo brasileiro, encontrando-se presente nos fóruns internacionais
organizados pela OPAS/OMS. NO âmbito desse organismo, estudo independente
realizado na década de 1990 concluiria pela possibilidade de superar
perspectivas dicotômicas entre atenção primária e campanhas de imunização,
apontando o impacto positivo da campanha de erradicação da poliomielite
no desenvolvimento dos serviços de assistência à saúde (OPAS, 1995).
Em 1979, instituíram-se, no Brasil, os "dias nacionais de vacinação
contra a poliomielite", estratégia alvo de críticas segundo a perspectiva já
mencionada, tanto por parte de sanitaristas brasileiros como pelos organismos
internacionais.
A OPAS reconheceu a pertinência e eficácia do programa
realizado no Brasil com antecedência em relação à OMS, merecendo destaque
a contribuição do país para a decisão, em 1985, de se erradicar a transmissão
autóctone de poliovírus selvagens nas Américas. O argumento decisivo foi a
demonstração de que, em um país com a dimensão e a complexidade do
Brasil, era possível planejar, executar, avaliar e manter a estratégia dos "dias
nacionais de vacinação". Na fase de implementação do plano de erradicação
da poliomielite, de 1985 a 1994, foi possível contar com o apoio político,
técnico e operacional da OPAS que também favoreceu a ampliação do PNI, com
destaque para os resultados alcançados no que se refere ao sarampo.
Sob o signo da medicina socia
Propostas sobre a formação de profissionais afinados com novas
concepções de saúde pública, que substituíssem o tradicional domínio
da higiene, começaram a ganhar corpo na OPAS a partir da década de
1950. Sob a coordenação de Abrahan Horowitz, coordenador de educação
e treinamento durante a gestão de Fred Soper e, a seguir, diretor
geral do organismo, iniciativas importantes ocorreram na formação de
recursos humanos e, simultaneamente, na difusão de novas propostas
para o ensino médico e para o desenvolvimento de novos modelos de
escolas de saúde pública.
Como observa em seu depoimento, José Roberto Ferreira, coordenador
de recursos humanos da OPAS, de 1975 a 1986:
Criou-se o Programa de Bolsas de Estudos realmente agressivo, no qual
se estabeleceu em Assembléia que 25% do orçamento seria destinado às
bolsas. (...) foi talvez a atividade mais importante no campo de formação
de pessoal em treinamento de saúde pública e medicina preventiva.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
cactinea
1. Sentar-se no chão, pernas estendidas. 2. Dobrar a perna direita, pegar no pé direito e colocá-lo na base da coxa es-querda, mantendo o calcanhar perto do umbigo.3. Dobrar a perna esquerda, pegar no pé esquerdo e colocá-lo na base da coxa direita, mantendo o calcanhar próximo do umbigo.
4. As plantas dos pés devem estar viradas para cima.5. Coluna vertebral bem direita e as mãos repousam nos joelhos com as palmas viradas para cima.
Se na prática da âsana e do prânâyâma já é aconselhada a orientação de um
professor devidamente quali! cado, no exercício da meditação é imprescindível uma
aprendizagem e orientação junto de um professor que, para além do conhecimento
teórico, possua também a realização daquilo que ensina.
Uma prática de meditação mal orientada leva o aluno a um estado de alienação
que nada tem a ver com uma presença do ser no mundo, e pode provocar graves dese-
quilíbrios psíquicos. Aliás, como é do conhecimento geral, um livro nunca pode substituir
um ensino vivo.
cambogia
Estas são algumas da razões que nos levaram a elaborar este capítulo, segundo
uma organização que parte da exposição do exercício da meditação segundo Patañjali,
o que nos faz, de imediato, perceber a subtileza deste tipo de exercício. Conclui-se o
presente capítulo com a apresentação de um trabalho elementar teórico-prático sobre o
exercício do silêncio interior, etapa incontornável para um aprofundamento do estudo e
da prática do yoga.
O exercício da meditação segundo Patañ
Bahiranga e antaranga ou o yoga exterior e o interior
Na segunda secção do seu tratado Yoga-sûtra (sâdhanâ pada), Patañjali apre-
senta a sua via de progressão em oito membros ou anga, o asthanga yoga (Vide supra,
cap. Yoga hindu: Raja-yoga), dividindo este caminho em duas etapas ou fases:
- Bahiranga, que é constituída pelos cinco primeiros membros: yama, niyama,
âsana, prânâyâma e pratyâhâra, correspondendo ao yoga exterior;
- Antaranga, constituída pelos três últimos membros: dhâranâ, dhyâna e sa-
mâdhi, e que para Patañjali corresponde ao yoga interior ou ao yoga propria-
mente dit
O bahiranga não é, de modo algum, um trabalho menor. O conhecimento e a
prática destes primeiros membros são incontornáveis para um estudo verdadeiro do
yoga. Patañjali indica que, sem o trabalho desenvolvido por estes cinco anga, seria
impossível empreender o estudo do yoga interior.
capsula de drenagem
t-align: justify;">
A razão pela qual o Oriente recomenda este tipo de posturas, com as pernas
cruzadas ou dobradas, está relacionada com o facto de que existem nos tendões e
nas cápsulas articulares, e também nos músculos (embora em menor quantidade), re-
ceptores especializados na medida do estado de tensão e distensão das ! bras que os
rodeiam. Estes receptores estão directamente ligados à substância reticular situada ao
nível da nuca, no bolbo raquidiano. Ora, quando existe distensão, esta substância reti-
cular é activada e o cérebro desperta. O papel desta substância reticular é o de ser uma
espécie de termóstato do estado de vigília ou de sono do cérebro.82
Neste tipo de posturas, a coluna vertebral deve estar vertical. Os músculos para-
vertebrais e a nuca devem manter um dinamismo de base, que está directamente ligado
ao re" exo do despertar. Quando adormecemos, e durante a fase de sono com sonhos
(paradoxal), existe uma relaxação da nuca.
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